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Mas esse puto só posta Iron?!




Bom, essa pode ter sido a sua reação ao voltar ao blog e encontrar mais um post relacinado à banda. Mas eu não pude deixar essa oportunidade escapar.


As informações saíram hoje no site oficial, divulgando tracklist e algumas outras informações sobre tão esperado "The Final Frontier", que será lançado no dia 16 de agosto, e para aumentar ainda mais as expectativas, a banda deixou uma das faixas pra download, e é isso que lhes trago, saindo do forno, deixo com vocês a faixa recém divulgada pela banda: a "El Dorado".


Nem vou falar nada sobre a música, spoiler é sacanagem das bravas (rs).


E aproveitem enquanto o link ainda está no ar! Não vou arriscar o blog por apenas um arquivo, por mais que seja Iron Maiden.




Line-up:


Bruce Dickinson - Vocais
Steve Harris - Baixo
Nicko McBrain - Bateria
Adrian Smith - Guitarra
Dave Murray - Guitarra
Janick Gers - Guitarra


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By Erick

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De 80 a 88, o Iron Maiden foi uma perfeita galinha dos ovos de ouro do Metal, lançando apenas álbuns impecáveis. Mas até mesmo nessa época, há álbuns injustiçados, e o maior deles, sem dúvida é o lançado em 86, o Somewhere In Time.


A sonoridade muda, os sintetizadores chegam junto com uma pitada (claro que não na mesma dose que depois de 2000, rs) de progressivo. Há algum tempo, esse era o único álbum dessa era que me fazia torcer um pouco o nariz, mas de uns tempos pra cá, também notei como esse álbum é magnífico, como já era de se esperar, encontramos músicos afiadíssimos, com um pequeno destaque para Steve Harris, que me surpreendeu na primeira vez que escutei esse álbum. Bruce dispensa comentários, este sempre se mostrou um grande vocalista, então dessa vez não poderia ser diferente. Adrian Smith e Dave Murray fazem um trabalho impecável, riffs e solos marcantes são encontrados de sobra por aqui, e por último, mas não menos importante, o carismático Nicko McBrain esbanja talento, consolidando-se cada vez mais como o substituto mais que perfeito para Clive Burr.





A capa desse álbum é recheada de curiosidades, eis algumas delas, retiradas do Whiplash:


A capa deste disco é das mais bonitas e divertidas da história do Heavy Metal. Existem centenas de detalhes escondidos. Praticamente todos os letreiros e personagens tem alguma ligação com o Iron Maiden. Verifique os seguintes ítens:
"This is a very boring painting", mensagem escrita ao contrário atrás da perna direita de Eddie.
Ruskin Arms (velho pub onde eles começaram a tocar).
O relógio marca 23:58 (2 Minutes To Midnight).
West Ham 7 Arsenal 3 - placar de futebol, mostrando a vitória do time favorito da banda, West Ham. Os jogadores do West Ham são conhecidos por The Irons.
Aces High bar, com um spitfire (avião de combate inglês da segunda guerra) voando no alto.
The Rainbow bar (outro velho clube que frequentaram nos primórdios).
Live After Death e Blade Runner são os filmes em cartaz no cinema.
O cinema é o Philip K. Dick, que é o autor de "Do Androids Dream of Electric Sheep?", em que o filme Blade Runner foi baseado.
Marquee Club (outro velho club que eles frequentaram).
Phantom Opera House.
Ancient Mariner Seafood Restaurant.
"Tonight GYPSY'S KISS", abaixo do 23:58 (difícil de ver) - referencia à primeira banda de Steve Harris.
Hammerjacks - referencia a um dos bares favoritos da banda nos EUA, Hammerjacks Night Club em Baltimore, MD.
Long Beach Arena, lugar onde foi gravado o Live After Death.
Nicko está vestido com uma máscara antiga de aviador (referencia a ele ser um piloto e a Aces High).
Nicko também veste uma camiseta dizendo "Iron What?".
Na contra capa vê-se Icaro caindo do sol com as asas queimando. Se refere a "The Flight Of Icarus."
"Bradbury Hotels International" - uma referência ao popular autor futurista Ray Bradbury (autor de clássicos como "The Martian Chronicles", "Ice Nine", etc.)
Se olhar de perto você pode ver a sombra da morte na contracapa em frente às pirâmides.
As pirâmides se referem à capa de "Powerslave".
Todos os escritos em japonês podem ser conectados ao "Maiden Japan" e outras performances.
"Maggies revenge" na contracapa se refere a Margareth Tatcher. Ela e o governo britânico tiveram uma querela com o Iron Maiden em 1980/1981 em virtude dos singles "Sanctuary" e "Women In Uniform", que a ilustravam morta no chão (morta por Eddie, claro) e escondida atrás de uma parede observando Eddie, respectivamente.
A rua em que Eddie se encontra é a Acacia Avenue, referência, claro, a "Charlotte the Harlot" e "22 Acacia Avenue".
Em uma das janelas da Acacia Avenue, você pode ver uma garota (supostamente a própria Charlotte) sentada em uma cadeira.
Bruce Dickinson segura um cérebro (Piece of Mind).
Tehe's bar foi onde eles conseguiram os caras para cantar os backings de "Heaven Can Wait."
Batman está embaixo do anúncio do Tehe's bar.
Tardis de Dr. Who está sobre o anúncio do Rainbow Club.
Asimov Foundation Building no fundo.
Tyrell Corp. (fabricante dos replicantes em Blade Runner).
Eye of Horus sobre o anúncio da Webster à esquerda da arma de Eddie.
Existe uma caixa de lixo embaixo da perna esquerda de Eddie presa a um poste de luz. É exatamente a mesma lixeira do álbum de estréia Iron Maiden.
Há também uma placa de metal que conecta o nariz de Eddie ao topo de sua cabeça. Se você olhar na parede à direita do placar de futebol, você verá aquela placa de metal com dois parafusos que Eddie sempre traz na cabeça (desde a era Piece of Mind quando foi lobotomizado).
Existem também letreiros de neon, um dos quais diz algo em hebreu e outro em russo."
Destacar algo no meio de 8 faixas absurdamente belas chega a ser uma injustiça, então ouça na íntegra e descubra o quão injustiçado esse álbum é.


Line-up:


Bruce Dickinson - Vocais
Adrian Smith - Guitarra
Dave Murray - Guitarra
Steve Harris - Baixo
Nicko McBrain - Bateria


Tracklist:


1.Caught Somewhere In Time
2.Wasted Years
3.Sea Of Madness
4.Heaven Can Wait
5.The Loneliness Of The Long Distance Runner
6.Stranger In A Strange Land
7.Déjà Vu
8.Alexander The Great


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By Erick

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Bom, como alcançamos a visita 666 há um tempo (há praticamente uma semana, mas a preguiça só me deixou terminar essa resenha agora), cá estou eu hoje para comemorar esse marco na história da Biboca (\o/).


E como comemorar isso com classe? Senão com esse grandioso álbum do Iron Maiden, que marca a entrada do frontman Bruce Dickinson e também é o ultimo com o grandioso baterista Clive Burr, além de estar entre os grandes clássicos incontestáveis do Heavy Metal.


Lançado em 29 de março de 1982, o álbum marca o início da época de ouro do Maiden com Bruce nos vocais, que vai até 1988, com o álbum "Seventh Son of a Seventh Son". Epoca que, vale ressaltar, a banda estava mais afiada do que nunca, já que para gravar 5 álbuns de inéditas consecutivos que são marcados como clássicos até hoje, é preciso estar, no mínimo, divinamente inspirado.


No início do álbum, o ouvinte se depara com uma faixa menosprezada até pelo próprio Steve Harris, "Invaders", não me pergunte porque, já que é uma música digna de abrir um álbum da Donzela em seus tempos áureos. Em seguida, temos "Children of the Damned", mais calma que sua antecessora, todavia não deve nada em qualidade. A terceira faixa, "The Prisoner", começa falada e acaba contando uma história interessante, vale a pena ouvir prestandoa atenção a letra. E seguindo com o álbum, temos a ótima "22 Acacia Avenue", que fala sobre um ponto de prostituição. E então temos a faixa homônima, que dispensa qualquer tipo de elogio, é simplesmente clássica e eterna, consolidou-se facilmente como um hino da banda e também do Heavy Metal, além de ser a música que fez com que a banda fosse acusada de ter ligações com o demônio e outras idiotices do tipo (rs). Logo após, outro hit, "Run To The Hills", que tem início com uma linha de bateria e riffs de guitarra marcantes, além do refrão que não sai da cabeça. A sétima faixa, "Gangland", tem uma levada agitada, e por insinuar a temática de assassinatos e outras coisas ligadas a isso, me lembram um pouco a "22 Acacia Avenue", mas apenas pela temática que a música nos traz. E para fechar o álbum, a genial "Hallowed Be Thy Name", que narra a história de um preso prestes a ser executado.


Enfim, álbum que definitivamente merece sua atenção, caro leitor!


Obs.: Sim, levei mais de uma semana pra conseguir escrever isso, deprimente...


Line-up:


Steve Harris - Baixo
Dave Murray - Guitarra
Adrian Smith - Guitarra
Bruce Dickinson - Vocais
Clive Burr - Bateria


Tracklist:


1.Invaders
2.Children Of The Damned
3.The Prisoner
4.22 Acacia Avenue
5.The Number Of The Beast
6.Run To The Hills
7.Gangland
8.Total Eclipse
9.Hallowed Be Thy Name


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by Erick

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Hoje, no dia 12 de março, nossa Biboca completa seu primeiro mês. E nada melhor pra comemorar essa data especial do que uma overdose de postagens da parte do que vos escreve.


E para abrir essa overdose, trago-lhes meu álbum preferido de toda a carreira do Iron Maiden: o conceitual e injustiçado Seventh Son Of A Seventh Son.


Caso agora passe por sua cabeça: mas tio, porque injustiçado?
Cabe ao tio responder: por causa do uso maior de sintetizadores, que já haviam sido aproveitados no disco anterior (Somewhere In Time) e por consequencia, ficou caracterizado por ser um álbum mais experimental, mas não pense que a qualidade caiu, pois o que a Donzela faz nesse álbum é Heavy Metal pra ninguém botar defeito.


Por mais incrível que pareça, Dickinson e Harris afirmam que escreveram as letras separados, sem combinar nenhuma temática e quando juntaram os trabalhos, viram que se encaixavam e resolveram deixar assim. O álbum conta a história de um sétimo filho de um sétimo filho (jura?), que nasce com poderes sobrenaturais, baseado na obra de Orson Scott Card

Esse é o último álbum de uma era em que o Iron Maiden foi perfeito do início ao fim, e também marca a saída de Adrian Smith da banda, que nunca mais conseguiu atingir essa mesma qualidade, sendo que o mais perto que conseguiu chegar disso foi no álbum Fear Of The Dark.

O álbum é aberto pela magnífica Moonchild, faixa de abertura para fã nenhum botar defeito, rápida e devastadora. Passando também por faixas mais calmas, como a segunda, Infinite Dreams. Logo após, um dos grandes hits do álbum: Can I Play With Madness? Vale ressaltar também as mais progressivas Seventh Son Of A Seventh Son e The Prophecy. O final do álbum fica por conta de The Clairvoyant, que começa com um solo de baixo que merece destaque, e Only The Good Die Young, que dá a entender um final um tanto quanto sugestivo para a história.

Line-up


Bruce Dickinson - Vocais

Dave Murray - Guitarra
Adrian Smith - Guitarra
Steve Harris - Baixo
Nick McBrain - Bateria
    Tracklist


    1.Moonchild
    2.Infinite Dreams
    3.Can I Play With Madness?
    4.The Evil That Men Do
    5.Seventh Son Of A Seventh Son
    6.The Prophecy
    7.The Clairvoyant
    8.Only The Good Die Young


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    By Erick

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    Bom, como o próprio título denuncia, o post de hoje é especial, porque hoje lhes trago três trabalhos da nossa amada Donzela de Ferro.


    O Iron Maiden surgiu em 1975, em Londres e está entre as mais bem-sucedidas bandas do chamado NWOBHM (New Wave of British Heavy Metal). O nome da banda foi inspirado num instrumento de tortura medieval e também era o apelido da ex-primeira ministra britânica, Margaret Thatcher.


    Eis o brinquedinho rs


    1980 - Iron Maiden







    O primeiro full-lenght da banda foi lançado em 14 de abril de 1980 e chegou para ajudar a reviver o Heavy Metal, que na época andava meio que em baixa. Além disso também deu oportunidade ao Maiden para abrir shows de bandas como KISS e Judas Priest.


    Praticamente todo composto por Steve Harris, o álbum nos traz um Heavy muito mais do que bem-feito. A abertura do play, Prowler já dá uma bela noção do quão kick-ass o álbum é, em seguida vem a pouco mais lenta, Remember Tomorrow, adiantando um pouco mais, ouvimos a marcante Running Free, que conta com um baixo matador logo de início, a perfeita Phantom of the Opera, que mesmo tendo 7 minutos, não deixa de ser empolgante por sequer um segundo, pouco depois temos a instrumental Transylvania, além da belíssima Strange World e para fechar com chave de ouro, as esmagadoras e rápidas Charlotte the Harlote e Iron Maiden.


    Tracklist:


    1.Prowler
    2.Remember Tomorrow
    3.Running Free
    4.Phantom of the Opera
    5.Transylvania
    6.Strange World
    7.Charlotte the Harlot
    8.Iron Maiden


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    1980 - Women in Uniform [EP]







    Raridade chegando, o Women in Uniform é o terceiro EP gravado pelo Maiden que contém apenas três músicas, o cover da banda Skyhooks, Women in Uniform, Invasion e uma versão ao vivo da Phantom of the Opera. EP bem curtinho mesmo, mas vale a pena o download.


    Tracklist


    1.Women in Uniform (Skyhooks cover)
    2.Invasion
    3.Phantom of the Opera (live)


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    1981 - Killers








    Hora de lhes apresentar o segundo full-lenght da banda, primeiro a contar com o fabuloso Adrian Smith e último a contar com Paul Di'anno, além de ser o primeiro álbum do produtor Martin Birch, que acabou por produzir todos os álbuns da banda até 2002 e quase todas as suas letras foram compostas por Steve Harris, com exceção da faixa Killers que também foi composta por Di'anno.


    O álbum conta com tudo que marcou o trabalho anterior (Iron Maiden), guitarras rápidas, riffs e solos mais do que empolgantes, a partir daí Adrian Smith e Dave Murray se imortalizam como a grande dupla de guitarristas da Donzela, Steve Harris e Clive Burr dispensam comentários, simplesmente perfeitos e Paul Di'anno faz um ótimo trabalho, se não fosse pelo abuso de álcool e drogas do vocalista jamais seria substituido.


    O play é aberto com The Ides of March, instrumental excelente que conta com a presença constante do mestre Steve e seu baixo e dá introdução a agitada Wrathchild, que mostra que assim como o álbum anterior, esse também promete chutar muitas bundas. Continuando temos Murders in the Rue Morgue e Another Life, que seguem na mesma linha das anteriores, Genghis Khan que conta com um ótimo trabalho dos instrumentistas, o álbum segue assim até seu fim, mudando um pouco apenas na hora da balada Prodigal Son.






    Tracklist


    1.The Ides of March
    2.Wrathchild
    3.Murders in the Rue Morgue
    4.Another Life
    5.Genghis Khan
    6.Innocent Exile
    7.Killers
    8.Prodigal Son
    9.Purgatory
    10.Drifter


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    Nada mais a declarar, apreciem esses ótimos trabalhos da época em que o Maiden era foda e não tinha mesmo pra mais ninguém.


    By Erick

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    Eis que vos trago uma pérola.


    O Iron Maiden está entre as mais bem sucedidas bandas de Heavy Metal da história, formado em 1975, com 14 álbuns de estúdio gravado (nesse álbum estão as músicas lançadas entre 1980 e 1999). E com tanto álbum no currículo, sempre há ótimas músicas, que por algum motivo não fazem tanto sucesso assim, e o álbum que posto hoje é exatamente isso, "Best Of B'Sides", traz algumas das músicas mais undergrounds da banda, incluindo ótimos covers, mas que mesmo assim não devem em nada para "The Number Of The Beast" e afins. Nos trazendo músicas da época do Di'anno, Bruce e Blaze Bayley


    Não sou muito fã de coletâneas, mas essa vale cada segundo de download para os que querem conhecer o outro lado do trabalho da Donzela.


    Tracklist


    [CD 1]
    01 - Burning Ambition
    02 - Drifter (live)
    03 - Invasion
    04 - Remember Tomorrow (live)
    05 - I've Got The Fire (Montrose cover)
    06 - Cross-Eyed Mary (Jethro Tull cover)
    07 - Rainbow's Gold (Beckett cover)
    08 - King Of Twilight Nektar cover)
    09 - Reach Out
    10 - That Girl (FM cover)
    11 - Juanita (Marshall Fury cover)
    12 - The Sheriff of Huddersfield
    13 - Black Bart Blues
    14 - Prowler '88
    15 - Charlotte The Harlote '88


    [CD 2]
    01 - All in Your Mind (Stray cover)
    02 - Kill Me Ce Soir
    03 - I'm a Mover (Free cover)
    04 - Communication Breakdown (Led Zeppelin cover)
    05 - Nodding Donkey Blues
    06 - Space Station No.5 (Monstrose cover)
    07 - I Can't See My Feelings (Budgie cover)
    08 - Roll over Vic Vella
    09 - Justice of the Peace
    10 - Judgement Day
    11 - My Generation (The Who cover)
    12 - Doctor Doctor (UFO cover)
    13 - Blood on the Worlds Hands (live)
    14 -The Aftermath (live)
    15 - Futureal (live)
    16 - Wasted Years (live)


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    By: Erick

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